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Célula, membranas

09/04/2010

Membrana celular

Propriedades:

1. Transporte passivo: passagem de substâncias sem gasto de energia por parte da célula. Ex.: osmose e difusão.
2. Transporte facilitado: passagem de substâncias através da membrana plasmática obedecendo às leis da difusão, sem consumo de energia. Essas moléculas especiais de proteínas, que se movimentam em “giros”na estrutura da membrana recolhem a substância em trânsito de um lado e levam-na, por um movimento rotatório em torno de um eixo,

membranas celular

para o outro lado dessa membrana. Essa proteínas transportadoras contribuem para aumentar a permeabilidade seletiva da membrana. Aminoácidos e glicose são absorvido desse jeito.
3. Transporte ativo: migração do local de menor concentração para o de maior concentração. Há gasto de energia. Ex.: íons de sódio nas hemácias (bomba de sódio). Em células que ocorre isso, há um grande número de mitocôndrias.

Bomba de sódio e potássio à transporte ativo através da membrana, em que a energia é utilizada para transportar íons Na+ para fora da célula e íons K+ para dentro da célula, mantendo a concentração diferencial desses íons.
4. Irritabilidade
5. Condutibilidade – capacidade de conduzir corrente elétrica pela membrana. Ex.; células nervosas
6. Regeneração – desde que a pancada não tenha sido muito forte.

Glicocálix à são coberturas que envolvem a membrana celular, originadas a partir do complexo de Golgi. É um revestimento glicoproteíco existente na superfície externa na membrana plasmática das células animais.

1. Glicocálix rígido – também chamado de membrana celulósica, ocorre nas células vegetais, é mais protetor. Possui poros por onde passam plasmodesmos, que são filamentos citoplasmáticos que permitem a circulação de substâncias diversas entre células vizinhas.
2. Glicocálix flexível – é menos protetor, ocorre em célula animal. É composta por glicoproteínas e mucopolissacarídeos.
3. Funções:

1) Proteção e sustentação – nos vegetais

2) Absorção e apreensão de partículas – facilitando a pinocitose

3) Reconhecimento celular – identificação de microrganismos e rejeição a transplantes.

4) Controle do crescimento celular – as pressões menores ou maiores, que o glicocálix de uma célula exerce sobre o glicocálix de uma outra, atua como estímulo, que respectivamente inibem ou aumentam o rítmo das divisões celulares.

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Células e organelas

04/04/2010

CÉLULAS E TECIDOS

As células são constituídas por uma substância chamada citoplasma, a qual é cercada por uma membrana, e contém um corpúsculo, o núcleo.
O citoplasma é uma massa homogênea, transparente, gelatinosa.

Quimicamente se compõe de água (80%), sais minerais (2%), graxas (lipídios) e proteínas (protídios). O citoplasma é circundado por uma camada de substância mais viscosa e mais elástica: a membrana, que difere do citoplasma somente pela estrutura das moléculas. A membrana dá à célula a sua forma, assegura o seu contacto com os elementos vizinhos, regula as trocas com o ambiente e constitui o principal fator da permeabilidade celular seletiva, em virtude da qual tem a célula a propriedade de escolher as substâncias que devem nela penetrar para nutri-la ou para realizar outras importantes funções vitais. No citoplasma existem inclusões, das quais a principal é o núcleo. O núcleo tem o aspecto de uma vesícula esférica, que encerra um ou dois corpúsculos menores ainda: os nucléolos. Além dos nucléolos, existe uma substância fundamental, o nucleoplasma, que é muito mais consistente do que o citoplasma. No nucleoplasma pode-se distinguir uma substância que se cora vivamente com os reativos e é por isso chamada cromatina (constituída quimicamente por nucleoproteínas).
O citoplasma contém, além do núcleo, outras formações, que são: o centrossomo, os condriossomos, o corpo de Golgi, os vacúolos.

A REPRODUÇÃO CELULAR

A célula é dotada da propriedade de multiplicar-se. Toda célula provém da divisão de uma célula preexistente. A divisão da célula tem lugar, quase sempre, em conseqüência de um processo que se chama mitose. A mitose tem lugar do seguinte modo:
Em uma primeira fase, os nucléolos desaparecem, o centrossomo se divide em duas partes que se vão dispor em dois pontos diametralmente opostos da célula.
A volta destes dois centrossomos de nova constituição, formam-se estrias radiadas chamadas áster. No núcleo, a cromatina junta-se em certo número de pequenos corpos, os cromossomos, numero sempre igual para cada espécie animal. No homem, os cromossomos são 46.
Na segunda fase que
é caracterizada pelo desaparecimento da membrana nuclear.
O nucleoplasma se confunde, portanto, com o citoplasma, constituindo uma massa única onde as duas formações não são mais diferenciáveis. Os dois centrossomos estão unidos entre si por estrias que, no seu conjunto, assumem a forma de um fuso: o fuso acromático. No centro deste fuso e, portanto, no centro da célula, dispõem-se os cromossomos que se dividem longitudinalmente, duplicando assim o seu número.
Na terceira fase, ou fase de migração, os cromossomos deslizam lentamente ao longo das fibras do fuso acromático e chegam aos pólos onde se encontram os centrossomos. Junto destes se formam, portanto, duas coroas de cromossomos em igual número.
Na quarta e última fase, os cromossomos nos dois pólos da célula perdem a sua individualidade; reforma-se assim, da sua fusão, a cromatina originária e um núcleo com a sua membrana nuclear. O citoplasma, entretanto, na sua metade, forma um septo divisório; constituíram-se assim duas células que depois se sepaparam.

Fonte: www.sogab

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